sábado, 16 de fevereiro de 2008

Ócio

A correria de todos os dias para ganhar cada vez mais dinheiro ou/e mudar o mundo(especialmente os workalcolic- viciados em trabalho) nos tem tirado um costume quase que universal: o de ociar. Curtir uma maciota, seja deitado numa rede tomando água de côco ou deitado na cama assistindo televisão sempre terá o seu valor, embora há pessoas que se refiram à essas atividades como 'nada demais'(quando alguém lhe pergunta 'o que você fez ontem', existe uma tendência a responder 'não tinha nada para fazer' caso tenha repousado por uma tarde inteira, por exemplo).
É estando sozinho, sem contato com tecnologia como a tv, e sem se 'desgastar fisicamente', que naturalmente surgem grandes idéias, que o corre corre lhe tira a oportunidade de cria-las. Nessas horas, é interessante ter uma folha de papel e uma caneta por perto, para registrar todas as suas 'viajens internas'.
Estar acompanhado ou sozinho fazendo um programa caseiro, como assistir um filme, sempre terá o seu valor, e nesses momentos há também grandes idéias surgindo espontaneamente, talvez porque seu lar seja uma fonte de inspiração, ou porque sua mente não esteja ocupada de pensar no futuro, em sair do cinema, pegar o carro e voltar dirigindo: em um domicílio, o filme acaba e a conversa não tem hora para acabar.
As baladas sempre terão seu espaço, dançar é uma excelente atividade física, que mexe quimicamente com o cérebro, que libera sensação de bem estar por todo o corpo. Só que há uma tendência muito forte hoje em dia, por parte de algumas comunidades, de desprezar o ócio, taxando-o de desinteressante. A mente precisa de momentos de sossego, deixando de lado o trabalho e as baladas, para se ter grandes idéias, e dividindo as atividades, se pode completar o seu mundo de entrentenimento, assim como queremos ser completos de corpo e alma.

Um comentário:

Teka disse...

É mesmo... as pessoas as vzes tem resistencia em relaçao ao "nao tem nada pra fazer"
eo mesmo tenho..
prefiro mil vzs está com a mente ocupada do que desocupada.
Mesmo estando desocupada e ocupando-a com 'nada'.